quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O amor é brega, é brega.

Relacionamentos consistem basicamente em carinho, amor, cumplicidade e breguice. Sim, breguice, como por exemplo apelidos do tipo "bebê", "xuxu", "tchutchuca" e "docinho de côco". Enfim, essa breguice é um complemento, se é que vocês me entendem. Nada como um pequeno desentendimento terminando em "desculpa meu docinho de maracujá com queijo", "eu te amo minha tchutchuca" ou então um café da manhã na cama, breguices do tipo fazer planos para o futuro, breguices como declarações de amor em público. A breguice é importante em qualquer tipo de relacionamento, até mesmo entre humanos e animais. Eu trato meu cachorro com singelos gritos do tipo "meeu amoor lindo que parece um bombom" ou até mesmo "jagger meu pitchuco" e ele logo levanta suas orelhas enormes ficando super hiper mega ultra power tímido, isso comprova o quanto é importante haver breguices num relacionamento saudável. O fato é que a breguice sofre muitos preconceitos, mas não há nada que um amor não resolva. Qualquer um quando ama, acaba virando um pouco brega! E que mal há nisso ? Eu não vejo mal algum, o que importa é ser brega com amor, porque "o amor é brega", já cantava o Cazuza.

"É verdade, o amor é brega. Escovando os dentes de manhã na janela. O amor é brega como o pão saindo da padaria e o vestido mal cortado da Paraíba. Baby, love is pop, e pop é brega. Vamos viver de amor! Vamos comer pipoca! O amor é brega, eu quero um, o amor é brega, eu quero um. Como é ridículo chorar, como é possível acreditar que o amor é morte, que o amor é morte, que a paixão existe no centro do mundo, que a paixão explode no meio do mundo"

Um comentário:

millerbrasiL. disse...

meu docinho de manga com giló! *-*